About Me

My photo
Sorocaba, São Paulo, Brazil
I am into: Economy, Politics, photograpy, History, books, magazines, graphic novels, musics, movies, IT, networking, culture, friends, travels, cooking, sex...

Wednesday, July 20, 2011

Prejudice Free & Justice for all

Was reading an article recently about a research conducted by the University of Yale telling that our beliefs and prejudices  shape people's reaction to pleasure and pain.
According to this study, pleasure is guided by what we know or think we know about the object or person with whom we interact.

Don't you think this is a huge limitation to human beings? 
If you have a prejudice against Asians, Negros, etc it means that you could have a great sex with them, but because of your prejudice you would not enjoy it... I mean you could miss great things in your life cause of a stupid prejudice.

Isn't it a kind of contradictory conclusion?
Let's take an example of adultery, to which most of Religions are against... It means that someone whose belief tells it is wrong to go for adultery shouldn't feel pleasure on it right?! Well, actually if that is right the study is wrong... and it wouldn't be so many divorces around!

On the other hand if your beliefs and prejudices are against same sex practices it means you will automatically react badly when faced with such situations... 

The issue is complex but we cannot deny everybody is a result of all the inputs received in their lives and when it comes to religious beliefs at certain point in time everybody will cross some of its boundaries and maybe find out that the devil is not that bad after all.

When it comes to prejudices I really believe this is a huge limitation in our lives and only brings bad consequences making human beings to private themselves of great opportunities and achievements. Prejudice leads always to anger and violence and its consequences could be devastating for society. That's why it is important to have laws to protect anyone, mostly minorities and make use of them to curb abuses.

Living a Prejudice free life is a huge difficulty once our prejudices lie mostly on our Religious beliefs and in this sense neither churches, synagogues, mosques do anything positive. They incite prejudices and violence.

Which society can afford having its minorities of any kind being attached by Beliefs and Prejudices?!


Sunday, June 19, 2011

Quem vai mexer no seu queijo?

Achei tão boa a matéria, que copiei pro Blog!
(clique no link pra ver a tabela com o tipo de vinho pra combinar com o queijo)

Quem vai mexer no seu queijo?


Há centenas de tipos e acompanhamentos. Como montar uma mesa equilibrada e saborosa
MARGARIDA TELLES
Sendi Morais/ÉPOCA
VELUDO NA CASCA
Queijo brie cortado. As geleias de pimenta e damasco são parcerias perfeitas
Leite, sal e coalho. Uma receita simples e milhões de resultados possíveis. No levantamento da neozelandesa Juliet Harbutt existem mais de 750 tipos de queijo. Foram catalogados em O livro do queijo(Editora Globo, R$ 89,90). Duzentos deles foram criados pelos franceses. Dois pelos brasileiros: o catupiry e o queijo de minas. Um sinal de que esse número está aquém da variedade real de queijos consumidos pelo mundo é o fato de Juliet ter deixado de fora cinco dos queijos brasileiros elogiados pelos críticos: serrano, coalho, serro, Serra da Canastra e Serra do Salitre.
Os queijos chegaram ao Brasil trazidos pelos portugueses e holandeses por volta de 1530. Eles eram raros, importados e muito disputados. “Uma peça podia custar o equivalente hoje a R$ 1.000”, diz o jornalista João Castanho Dias, autor de Uma longa e deliciosa viagem(Editora Barleus, R$ 120). Nos últimos anos, com o aumento do poder aquisitivo dos consumidores, a variedade tem crescido no comércio. Os supermercados do Grupo Pão de Açúcar expandiram, em 2010, a oferta de queijos especiais em 25% e, hoje, contam com mais de 200 tipos nacionais e importados. Esses importados vêm ganhando espaço. “O dólar baixo e a procura fizeram com que o país passasse a importar uma variedade maior do produto”, afirma Andrea Sylos, gerente comercial de queijos do Pão de Açúcar.
Com tantas opções, como escolher um bom queijo? Quando ele é desconhecido e caro, vale a pena buscar locais de venda onde seja possível prová-lo antes de comprar. Outra forma de garantir escolhas interessantes é optar por queijos produzidos em regiões típicas. “Se quiser um brie, procure aquele fabricado na França. Prefere um pecorino ou parmesão? Invista em marcas italianas”, diz Lucas Brandão Medina, professor de gastronomia do Centro Universitário Senac de São Paulo.
Enquanto os franceses servem os laticínios entre o prato principal e a sobremesa, por aqui é mais comum seguir o costume português de comê-los como aperitivo. Para montar uma boa tábua de queijos, é importante não apenas comprar produtos de qualidade, como também escolher variedades que combinem entre si, levando em conta suas famílias (leia o quadro abaixo). “Essa divisão por famílias ajuda a compor uma mistura equilibrada de sabores”, afirma o especialista em queijos Jair Jorge Leandro.
Para os apreciadores de queijo, os acompanhamentos, as bebidas e até os acessórios usados para o corte interferem na degustação. Preciosismos à parte, cuidar das combinações evita que o sabor do queijo seja ofuscado pelos coadjuvantes da mesa, como geleias, frutas e pães.
Há facas específicas que facilitam o corte de alguns tipos de queijo. Aquelas com gume estreito e ponta curta são indicadas para queijos moles. O esforço de cortar os tipos duros é minimizado com o uso de lâminas mais espessas. É claro que qualquer faca comum afiada cumpre sua missão. Mas, mesmo para as facas do dia a dia, há uma recomendação. Se for usar a mesma faca para partir tipos diferentes de queijo, lave e seque bem a lâmina para não misturar sabores.
As castanhas ajudam a limpar o sabor. Entre uma família e outra de queijo, intercale comendo algumas castanhas. Isso purifica o paladar para que se consiga sentir o gosto do queijo sem vestígios de outro tipo. Frutas, pães e geleias em mesas de queijo devem obedecer à regra geral de que nenhum sabor pode competir com o dos queijos. Prefira pães brancos e suaves aos de grãos integrais – que são mais fortes.
Há bíblias inteiras sobre a harmonização de queijos com vinhos, cervejas escuras e até bebidas sem álcool. Mas uma regra geral serve de guia para quem não é estudioso do assunto. “Queijos mais fortes pedem bebidas mais fortes”, diz Lucas Brandão Medina, do Senac de São Paulo. “Um queijo de sabor marcante pode ser combinado com um vinho forte, que poderia ser tomado com uma carne.” Ao servir os queijos, tire-os da geladeira pelo menos meia hora antes de levá-los à mesa, para não comprometer a textura e o sabor. Eles podem ser dispostos em uma prancha de madeira, vidro ou acrílico. Sobrou queijo? Guarde-o na geladeira, protegido por papel-alumínio ou filme plástico. Até a próxima festa.

Thursday, June 16, 2011

Eu comigo mesmo

the thinker

Lembro-me que descia esta rua ofegante,
confiante e cheio de esperanças num futuro
próspero e feliz.
Era um menino sensível e sonhador
levando uma vida sem compromissos, pobre,
simples, honesta e porque não dizer: ingênua.

As sombras das dúvidas da juventude ainda não me atingira...
Era uma fase visceral e dirigida por hormônios em ebulição.
Deixava que eles tomassem o controle de tudo...
Vivia intensamente.

Hoje com o telhado já meio grisalho e descendo pela
mesma rua imagino me encontrando com aquele
menino que fui. O que teriamos a dizer um ao outro?
Nada que possa dizer a ele agora iria mudar seus sonhos,
sua vida, seu destino...

Aquele garoto ainda me fascina...
Tanta paixão pela vida.
A força vinda das profundezas daquele ser
o levou longe, construiu pontes, abriu caminhos,
derrubou barreiras e cruzou os sete mares.

Ainda acho que tenho muito a aprender com ele e
sonho poder ajudá-lo, sem mudá-lo jamais.
Nós dois estamos aguardando o terceiro eu para uma
conversa franca e honesta daqui há outros tantos anos.
Eu comigo mesmo, sempre algo inesperado...

Thursday, April 28, 2011

Uma estória sobre arrogância e ignorância... na Tailandia



Ao entrar no restaurante certa noite, a primeira coisa que notei foi um indiano sentado à mesa ao meu lado.

Deixem-me explicar melhor a situação: era começo de setembro e eu tinha acabado de chegar da Alemanha, depois de algumas semanas fora de Singapura e, estando de volta a Bangkok, decidi "provar" uma churrascaria brasileira na Tailândia. Fogo Vivo era o nome da Churrascaria.

Como dizia, ao entrar me deparei com o indiano e automaticamente me perguntei o que aquele sujeito estaria fazendo ali. Ok, podem haver excessões, mas no geral, indianos são vegetarianos e o último lugar no planeta onde esperava encontrar um indiano era numa churrascaria. Olhando mais atentamente verifiquei que o indiano estava acompanhando um americano... well, parecia ser um americano, falava com um sotaque que nao deixava dúvida...

Como nao tinha mais nada a fazer, a não ser comer e olhar  algumas "mulatas" que faziam um show (muito "mixo" diga-se de passagem), concentrei-me ao que acontecia na mesa ao lado. Percebi que toda vez que o garçom chegava com um suculento espeto de picanha, maminha, linguiça, etc o indiano recusava e comia mais salada. Logicamente havia alguma coisa errada. Depois de certo tempo ouvi o americano perguntar porque ele não estava comendo. A resposta foi: "...questões religiosas..."
"...Ah, então pelo menos você pode tomar o vinho..." Quer dizer, foda-se! 

Ganhei a fita na hora: o idiota do americano estava viajando a negócios e convidou o indiano para jantar e sem se tocar ou no mínimo prestar atenção às diferenças culturais havia cometido a gafe de levar um vegetariano a uma churrascaria. Pior ainda, ao notar o erro, fez outro comentário idiota a respeito do vinho e continuou como se nada tivesse acontecido. Santa arrogância!

Caro leitor: no geral, se um indiano é quase sempre um vegetariano e também não consome álcool. Até então o idiota americano havia cometido duas gafes e o indiano continuava lá com cara de idiota e comendo alface. Depois dos dois incidentes citados veio a pérola: Nao entendi muito bem qual era o assunto, mas no final das contas o americano quis "grifar" que determinada pessoa era um idiota e saiu com essa: "... ele trata todo mundo como se fosse uma vaca!..."

Nesta altura do campeonato o indiano engasgou com a alface e foi obrigado a tomar um gole de vinho. Hare Krishna!
Acho que qualquer anta no mundo sabe que a vaca é um animal sagrado na Índia. É um deus, ninguém toca, andam soltas pelas ruas.

Mas a estória continua! Eu já estava me regozijando com o fato de poder narrar em meu livro o quanto um americano pode ser arrogante e ignorante quando o indiano foi ao banheiro. Quando se viu sozinho, o suposto americano me perguntou em alto e bom Português/carioquês: ".... voce é Brasileiro?...".  Respondi: "...yes!?...". Ainda teve a petulância de me dizer que havia percebido pela maneira tão natural como eu encarava um churrasco e samba.
Acabou me explicando que morava nos Estados Unidos há mais de 20 anos, mas que era para meu pesar... Carioca.

Finalmente meu mundo caiu... o imbecil era carioca, ou seja, devido a uma desgraça da Geografia, Brasileiro!

Agora a pergunta que não quer calar é: quem é mais arrogante e ignorante? O carioca ou o Americano?
Neste caso a resposta é: "...o idiota do Brasileiro se passando por Americano!..." mas, deixo a todos a possibilidade de fazer seus comentários.

Depois dessa, voltei para o Hotel e dormi...

Friday, April 8, 2011

Homofobia x Imprensa



No momento aqui no Brasil o que mais se discute no meio LGBTSetcFuckingElse são as declarações de certo deputado homofóbico no #CQC.

Primeiramente, gostaria de expressar minhas impressões quanto ao papel da imprensa e a tênue barreira entre Jornalismo e Sensacionalismo...

Todo mundo sabe que o que vende na mídia é baixaria, estão aí as Márcias, Datenas, Ratinhos e afins que o comprovam. Não perco meu tempo com estas coisas... O que muito me surpreendeu foi um programa do gabarito do CQC, com o nosso querido Marcedo Tas entrar na onda.
Todo mundo sabe, ou deveria saber a esta altura do campeonato que o Tas tem uma filha gay... de repente sua intenção foi chamar a atenção para a questão da Homofobia que anda muito em voga ultimamente, mas a meu ver o tiro saiu pela culatra.

A imprensa tem que ser neutra e apenas relatar os fatos, sem sensacionalismo, mas quando não faz isto leva as pessoas a reagir de maneira impensada e as consequências podem ser catastróficas.
Alguns podem argumentar que toda a história trouxe o assunto à baila e a sociedade começou a discutir, mas há maneiras e maneiras de fazer as coisas.

Hoje é dia do Jornalista, será que precisamos mandá-los de volta à escola?

Vivemos, ou pelo menos acreditamos que vivemos numa Democracia e como tal todos, sem excessão tem o direito de se expressar... O cretimo do deputado também, mas não podemos esquecer de duas coisas: primeiro, ele foi eleito com o mesmo discurso por milhares de pessoas o que significa que representa alguma coisa. Segundo, ainda que todos tenham o direito de falar, existem leis nas quais as pessoas devem se encaixar e ser responsabilizadas. Meu ponto é: até um cretino como ele pode falar o que  quizer, mas que também deve ser responsabilizado penalmente pelos seus atos. No caso, racismo (que é previsto em nossa ligislação), mas infelizmente apologia à homofobia ainda não é legalmente criminalizada, mas será e é aí que entramos...

No meu simples entender, não devemos descer a este nível, mas sim lutar para que nossos direitos sejam aceitos e respeitados. O que seria de uma Democracia se as minorias não pudessem se expressar? Para isso existem leis, para "punir" os abusos. Eu também, num primeiro momento me revoltei e comecei a postar e a retuitar todas as coisas que via sobre o assunto, mas num momento de reflexão me toquei que estava simplesmente entrando no jogo e fazendo exatemente o que o tal dito cujo queria, pois ao propagar o assunto e seu nome ele ficava cada vez mais famoso e atingia seu intuito que é o de estar na mídia. 


Monday, March 28, 2011

The impact of Religion on History



As an affictionated for History, have been reading hundreds of book since early stage. It always called my attention the history of religions and their impact on mankind. Coming from a traditional Roman Catholic family was naturally driven to the church...

Once I brought my mom to Thailand, a traditional Buddhist country. She was shocked to what she saw as "a country without God" cause she hadn't seen a single Church around. She was terrified...
Actually I did it on purpose cause I wanted to show her there is something else out there. After a week travelling around Thailand seeing all its rich culture, fascinating people, food and the millions of temples around I asked my mom: 
"What would be your religion if you were born in Thailand? You have seen their deep respect and devotion to Buddhism, you also saw they are simple and normal human beings, just like us..."
I got no answer... but I'm sure she gave a lot of though to it!

It is easy to understand that Culture and Geography play a key role on people's Religion choice but what would it be if it had happened differently?

Take Thailand as an example. Few know, but It could have became a Roman Catholic country.

The Portuguese were the first Europeans to arrive in Thailand in 1518 and they were allowed to open a Christian mission. In fact the Thai king gave a large donation to build the first Christian (Roman Catholic) church in the country. English traders who arrived in 1612 were agents for the East India Company and were more interested in building a factory than a church. Under King Narai, who was interested in the West, European missionaries and adventurers exerted considerable influence at court. However, when King Narai died in 1688, members of the government, fearing the missionaries proselytizing efforts, killed or expelled all Westerners from Thailand. It remained a closed country to the Europeans for the next 100 years.

The History repeated itself over the centuries with comings and backs of Christians trying to bring Thailand to another path, but they failed.... and I pray to God on that. Thailand is a fantastic country, Buddhism is deeply inside of its soul and anything different would make it lose its magic.

Can you imagine what it would be to the western civilization if the Roman Empire hadn't adopted Christianity? For the good or the worse thank Emperor Constantine on that. Couple of centuries late Islam rose and started to spread into the Middle East, Africa and Asia... Just imagine the 200 millions of Brazilians (biggest Catholic country in the world) turning its head to Mecca 5 times a day to pray to Allah.

China has started overseas navigation at least 100 years before the Europeans. There are indications that Chinese Admiral Zheng He has reached as far as America... Well, China navigations broken the Economy of the state and made China close itself and stop the adventure, but just imagine if they continued and had settled down in America. USA would be now driven by Confucius principles? 

Anyway am always curious and imaginative in terms of History...

Wherever location you are or beliefs you have just imagine what it would be if History had been different!